Eu e a Vida
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Categoria: Profissão

Aprenda a RECEBER um feedback

Escrito por Kelly C. Gallinari no site Coach.

Que o feedback é um instrumento importantíssimo e imprescindível no processo de desenvolvimento profissional, não há discussões. Todos que já passaram por treinamentos de liderança, certamente tiveram instruções de como aplicar esta ferramenta para auxiliar seus liderados/pares a se tornarem profissionais melhores.

Técnicas de comunicação, etapas, controle de emoções, ambiente, positivo e negativo, tudo é bem discutido para que o ‘tiro’ não saia pela culatra. Inclusive, comento estes pontos no texto “Hora da Bronca” .

Refletindo sobre o assunto enquanto construía um novo projeto de Desenvolvimento Profissional, pensei que mesmo utilizando todas as técnicas conhecidas para um feedback eficiente, seria ainda mais tranquilo utilizar esta ferramenta se as pessoas estivessem preparadas para RECEBER uma crítica. Especialmente, as negativas.

É isso, meu povo. Tem muito feedback que não consegue fazer a ‘curva do rio’ porque quem está ouvindo a crítica não tem o menor interesse em saber o que o outro tem a dizer sobre ele. Pessoas, absolutamente, irredutíveis em suas crendices e comportamentos. Pessoas, absolutamente, inaptas ao desenvolvimento. Pessoas, mesmo sem saber, adeptas à estagnação da ignorância.

1 – Quem avisa, amigo é
Imagine que, de uma hora para outra, começou a ter mau hálito e não percebeu. Prefere que um amigo lhe avise ou prefere que as pessoas fiquem comentando pelas costas toda vez que esbarrar em alguém? Prefere que um amigo lhe dê um toque sobre o assunto, ou prefere perder um flerte porque na hora H o outro percebeu o odor desagradável vindo de você? Ter bom hálito, além de saudável em primeiro lugar, é um fator social importante e descumprir esta ‘regra’ é, no mínimo, danoso para todos os envolvidos.

Na empresa, não é diferente. A empresa tem regras. Todas tem. Se você não conhece as da empresa em que trabalha, corra para obter estas informações, pois são elas que delimitarão se está tendo uma conduta adequada ou não. São estas regras corporativas que definirão se está ou não infringindo acordos estabelecidos entre empregado e empregador.
Assim sendo, se alguém (chefe ou colega de trabalho) aparecer para lhe indicar um comportamento errôneo, incoerente com as regras, no mínimo, agradeça. Significa que você, sozinho, não tinha percebido, então, a comunicação, também chamada de feedback, veio em boa hora.

2 – Qual o problema em errar?
Errar não é sinônimo de fracasso. Errar faz parte do desenvolvimento humano. E o segundo passo é ainda melhor: assumir erros é grandioso e motivador de mudanças positivas. Assim sendo, quando receber uma crítica negativa, antes de atirar pedras, pense que se o erro existiu, não cometeu nenhum pecado capital. Como todo mundo, está em processo de melhoramento. E se está recebendo o feedback, é porque ainda apostam em sua melhora. Caso contrário, não estaria recebendo um feedback, já teria sido demitido. Valorize isto.

3 – Sim, você pode contestar
Se tiver dúvidas sobre o que falam de você, questione. Com tranquilidade, peça argumentos. Entenda que os argumentos, tantos seus quanto de seu chefe/par, sempre terão de ter embasamento na estratégia de trabalho da empresa e nos acordos que pré-estabaleceram no início de suas atividades. Se quem lhe fala tiver uma retórica incoerente com estes fatores, convide-o a investigar as regras da empresa e, juntos, decidirem quais são os comportamentos adequados. Por isso, estar por dentro da MISSÃO, VISÃO E VALORES da corporação é imprescindível. Se este não for o caso, discutir apenas porque foi contrariado não é a melhor saída. Falar do que você não sabe é uma atitude leviana e improdutiva. Mesmo que não concorde, ouça, agradeça e, depois pesquise mais sobre o assunto. Apoderado de informações, poderá discutir com seu líder/par o assunto novamente.

4 – Feedback é um presente
Pense no feedback como um presente. Recebê-lo é uma honra, acredite, pois ele ainda é raridade. Em muitos projetos que participei, um dos principais complicadores era a falta do feedback. Encontrei muitos profissionais totalmente desamparados de informações a respeito de seus comportamentos e que, por isso, estavam agindo em desacordo com as regras da empresa e prestes a perderem o emprego. Alguém lhe ofertou um feedback? Agarre-o.

5 – Impressões que causa no outro
Entenda isso: você é responsável pela impressão que causa no outro.É comum eu ouvir de profissionais que receberam feedbacks negativos e que não concordaram porque, apesar da atitude inadequada, não foi aquilo que quiseram dizer ou que queriam expressar. Os outros te enxergam o que você mostra na real e não suas intenções. Então, não fique alterado caso alguém diga que você é arrogante. Talvez você não queria ter sido, mas suas atitudes, no universo que quem lhe falou, a arrogância predominou.

6 – Controle as emoções
Esmurrar a parede, dar socos na mesa, chorar descontroladamente, xingar. São todos comportamentos pertinentes a quem tem nega o próprio desenvolvimento. Pense comigo, ter atitudes como estas vai apagar a situação? Caso tenha mesmo tido uma atitude errônea, vai conseguir voltar atrás? Não. Então, racionalize e pense dali para frente. Segure firme e forte a oportunidade de mudança que ainda estão de dando e bola para frente. Um bom plano de ação, estruturado e acompanhado, é a solução.

Pois é, minha gente. Dar feedback precisa de técnica, responsabilidade e atenção, mas saber receber é um dos pontos altos de um profissional de alta performance. Tem muita gente perdendo oportunidades na empresa por não aceitarem opiniões a seu respeito, por não aceitarem possíveis mudanças de comportamento.
Se você quer ser dono de verdades absolutas, monte sua própria empresa, contrate você mesmo, compre de você e venda para você.

Relacionar-se é permitir aprendizados. E aprendizados requerem mudanças. Quando temos alguém para nos ajudar neste processo, temos de nos sentir agraciados. Então, que venham os feedbacks.

Abraços e até mais, caro leitor.

Kelly Cavalcanti Gallinari – Coach

Quando problemas pessoais interferem em sua carreira… Parte 1

Curso de Gestão de Projetos prosseguindo normalmente, MBA em Gestão de Projetos Inovadores prosseguindo normalmente, prova de ITIL V3 marcada…. e de repente o chão começa a ceder e você cai lá no %$#@$#%$.

Curso de Gestão de Projetos na Projectlab trancado… MBA em Gestão de Projetos Inovadores na B.I. International (São Paulo) trancado… Prova de ITIL V3 cancelada…

E agora? Como voltar? Foco perdido? Objetivo alterado? Planos modificados?

Para alguém que vive em função de planos (A, B, C…), essa queda foi muito grande e mudou todos os planos que tinha traçado.

Agora, meus objetivos são outros. O foco não é mais o mesmo.

Mas, quando recuperar o foco?

Ainda não sei… acho que só o tempo pode ajudar a recuperar o foco.

Palestra de SCRUM na INFNET

Scrum Board - Projeto RioShow fase 2.

Nesta noite de terça-feira, fomos Leandro e eu até a INFNET assistir uma palestra de SCRUM.

Como alguns leitores já puderam observar (para aqueles que não cliquem aqui), já tive oportunidade de trabalhar com SCRUM e XP. São processos/metodologias totalmente DIFERENTES. Um é voltado para o projeto em si e o outro para o desenvolvimento.

Uma coisa interessante que podemos observar, é a inversão da pirâmide no caso do Escopo, Prazo e Custo. No caso dos modelos/processos tradicionais, como o CMMI ou RUP, a pirâmide apresenta o Escopo, Prazo e Custo fechados. Já no Agile não. O Prazo e o Custo estão fechados e o Escopo permanece aberto, sujeito as iterações do próprio processo. Acredito que este seja o problema de algumas fábricas de software. Pois, encontram dificuldades em colocar em prática o SCRUM, já que o Escopo é aberto.

Pirâmide: Prazo, Custo e Escopo

Pirâmide: Prazo, Custo e Escopo

Outra coisa interessante foi saber que uma mesma equipe pode pegar mais de uma história. Acreditava que não.

Leandro Cardoso e eu

Também conheci um termo novo, o Storage Bonus.  Não tive tempo de pesquisar maiores informações sobre isso.

Para aqueles que querem conhecer um pouco mais de SCRUM, recomendo a palestra.

Rafael Nascimento

O blog do Rafael é rafanascimento.wordpress.com

Abraços,
Até a próxima.

Teoria de Maslow: a hierarquia das necessidades

Maslow cita o comportamento motivacional, o qual é explicado pelas necessidades humanas. Entende-se que a motivação é o resultado dos estímulos que agem com força sobre os indivíduos, levando-os a ação. Para que haja ação ou reação é preciso que um estímulo seja implementado, seja decorrente de coisa externa ou proveniente do próprio organismo. Esta teoria nos dá idéia de um ciclo, o ciclo motivacional.

Quando o ciclo motivacional não se realiza, sobrevem a frustração do indivíduo que poderá assumir várias atitudes…

comportamento ilógico ou sem normalidade;

agressividade por não poder dar vazão à insatisfação contida;

nervosismo, insônia, distúrbios circulatórios / digestivos;

falta de interesse pelas tarefas ou objetivos;

passividade, moral baixa, má vontade, pessimismo, resistência às modificações, insegurança, não colaboração….

Quando a necessidade não é satisfeita e não sobrevindo as situações anteriormente mencionadas, não significa que o indivíduo permanecerá eternamente frustrado. De alguma maneira a necessidade será transferida ou compensada, e a partir disso perceber-se-á que a motivação é um estado cíclico e constante na vida pessoal.

A teoria de Maslow é conhecida como uma das mais importantes teorias de motivação. Para ele, as necessidades dos seres humanos obedecem a uma hierarquia, ou seja, uma escala de valores a serem transpostos. Isto significa que no momento em que o indivíduo realiza uma necessidade, surge outra em seu lugar, exigindo sempre que as pessoas busquem meios para satisfazê-la. Poucas ou nenhuma pessoa procurará reconhecimento pessoal e status se suas necessidades básicas estiverem insatisfeitas.

O comportamento humano, neste contexto, foi objeto de análise pelo próprio Taylor, quando enunciava os princípios da Administração Científica. A diferença entre Taylor e Maslow é o primeiro somente enxergar as necessidades básicas como elemento motivacional, e o segundo perceber que o indivíduo não sente, única e exclusivamente, necessidade financeira.

Maslow apresentou uma teoria da motivação, segundo a qual as necessidades humanas estão organizadas e dispostas em níveis, numa hierarquia de importância e de influência, numa pirâmide, em cuja base estão as necessidades mais baixas – necessidades fisiológicas – e no topo, as necessidades mais elevadas – as
necessidades de auto-realização.

  1. necessidades de auto-realização.
  2. necessidade de status e estima.
  3. necessidades sociais – afeto.
  4. necessidades de segurança.
  5. necessidades fisiológicas.

De acordo com Maslow, as necessidades fisiológicas constituem a sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie: alimentação, sono, repouso, abrigo, etc. As necessidades de segurança constituem a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga e o perigo. As necessidades sociais incluem a necessidade de associação, de participação, de aceitação por parte dos companheiros, de troca de amizade, de afeto e amor.

A necessidade de estima envolve a auto-apreciação, a autoconfiança, a necessidade de aprovação social, de respeito, de status, de prestígio e consideração, além de desejo de força e de adequação, de confiança perante o mundo, independência e autonomia. A necessidade de auto-realização são as mais elevadas de cada pessoa realizar o seu próprio potencial e de auto desenvolver-se continuamente.
Fonte

SERRANO, Daniel Portillo. Teoria de Maslow: a hierarquia das necessidades.

Gestão de Pessoas na FGV

Começou ontem o curso de Gestão de Pessoas na FGV. Um curso de Extensão on-line de 30 horas.

O sistema utilizado é o Moodle. Sistema muito conhecido na área acadêmica.

O mais importante de tudo isso é a retomada de um objetivo antigo. Liderar equipes e gerenciar projetos.

Meu planejamento se iniciou neste ano após o Workshop de Qualificação para o Exame PMP na ProjectLab.

Meu próximo passo é este curso de Gestão de Pessoas e depois um MBA em GP na FGV.

Estou fazendo o levantamento das minhas horas e se estiver tudo ok, ainda neste ano tiro a certificação PMP.

Vamos lá.

Abraços.
Bruno Amaral

Foco: CARREIRA

Hall de entrada da Projectlab na Rio Branco.

Hall de entrada da Projectlab na Rio Branco.

Em meu ultimo texto, disse que este próximo post seria sobre Foco. E nao deixa de ser.

Ontem estive na Projectlab para conhecer a empresa e tirar duvidas sobre a certificação.

Gostei do que vi. O ambiente é bom e os professores capacitados.

Apesar de nos passar uma informação errada!   Informação esta que me deixou preocupado na hora, mas ao conferir no PMP handbook no site www.pmi.org, vi que não se tratava daquilo.

Para fazer o exame, o candidato deve ter nível superior (bacharel ou tecnológico). A diferença está na quantidade de horas de projetos que cada um tem que apresentar para os Americanos da PMI. No meu caso, como seu tecnólogo, tenho que acumular 7.500h de atividades. Um Bacharel deve acumular 4.500h.

Gestao de Pessoas - FGV

Gestao de Pessoas - FGV

Dia 30 deste mes começa meu curso de Gestão de Pessoas na Fundação Getulio Vargas. O curso e online mas, tem o peso de ser FGV.

Ainda e cedo falar, mas meu MBA esta bem próximo. Provavelmente na FGV.

Para completar, estou estudando para tirar o Fundation do ITIL V3.

Meu cronograma de treinamentos e palestras esta ficando bem gordinho. Que bom!

Abraços
Ps.: No meio do caminho meu teclado parou de utilizar acentuação e estou com preguiça de configura-lo. O Chrome me ajudou a consertar algumas palavras. kkkkk

A melhor maneira de motivar alguém

Por Jerônimo Mendes
Jerônimo Mendes, Administrador, Professor Universitário e Palestrante
Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo

Durante a minha longa carreira profissional conheci alguns especialistas em levantar e outros em destruir o moral das pessoas no ambiente de trabalho. Se você pensa que a diferença entre eles é o tom de voz está enganado. O tom de voz suave pode fazer mais estragos do que o agressivo dependendo de onde, quando e como é utilizado.

Como a maioria dos profissionais da minha época não estava preparada para reagir às críticas destrutivas, boa parte deles recolhia-se com medo de perder o emprego e fechava-se em caráter de submissão total. Salvo melhor juízo, alguns nunca se recuperaram dos traumas adquiridos no ambiente de trabalho.

Quando as críticas são expressas mais como ataques pessoais do que como queixas com base nas quais se pode agir, os ataques emocionais são feitos com desprezo, sarcasmo e um teor elevado de insensibilidade. Esse comportamento dá origem à autodefesa e à fuga de responsabilidade por parte de quem é tratado injustamente.

Uma das formas mais comuns de crítica no ambiente de trabalho é uma declaração generalizada do tipo “você está ferrando tudo”, utilizando aqui um termo mais simpático, feita em tom irado e sarcástico, sem a mínima chance de resposta nem qualquer sugestão de como fazer melhor. Isso torna o profissional impotente, irado e frustrado.

Da perspectiva da inteligência emocional, segundo Daniel Goleman, psicólogo e PHD pela Universidade de Harvard, essa crítica demonstra ignorância dos sentimentos que vai provocar naqueles que a recebem e do efeito devastador em termos de motivação, energia e confiança para fazer o trabalho.

Ataques dessa natureza têm efeitos muito semelhantes aos que teriam num casal em crise conjugal. Na maioria das vezes, as reações são defensivas, com desculpas e fuga de responsabilidade. Em outras, agressivas, com ataques verbais infundados e até mesmo violência injustificada.

O ataque pessoal, com base mais na emoção do que na razão, tende a arrasar o moral das pessoas. Embora isso tenha mudado sensivelmente nos últimos dez anos, o fato é que ainda vivemos os resquícios de uma cultura voltada para a pressão e a produtividade.

De fato, isso exige equilíbrio e discernimento tanto dos líderes quanto dos liderados. Na prática, as empresas não dispõem de tempo para trabalhar os indivíduos, pois a competitividade não dá tréguas e o raciocínio geral acaba nisso: porque devemos perder tempo com treinamento se podemos contratar pessoas já preparadas para trabalhar sob extrema pressão?

Líderes efetivos utilizam o que se denomina de crítica habilidosa que pode ser um feedback mais proveitoso por parte de quem envia e de quem recebe. A crítica habilidosa concentra-se no que a pessoa fez ou pode fazer em vez de localizar somente os pontos que caracterizam um trabalho malfeito.

Segundo Goleman, em termos de motivação, quando as pessoas ou os profissionais acreditam que seus fracassos se devem a algum déficit imutável em si mesmas, elas perdem a esperança e deixam de tentar. Mas nada é imutável.

A crença básica que leva ao otimismo é a de que os reveses ou fracassos se devem a circunstâncias sobre as quais podemos fazer alguma coisa a fim de mudar para melhor. Isso é o que faz as pessoas refletirem e mudarem seus pontos de vista.

Qual é a melhor maneira de motivar alguém? Segundo Harry Levinson, psicanalista e PhD da Harvard Medical School, a arte da crítica está interligada com a arte do elogio e são poucos os conseguem praticá-las. Os conselhos são simples, mas colocá-los em prática demanda disciplina e amadurecimento. Vejamos:

Seja específico: pegue um incidente importante, um fato que ilustre um problema-chave que exige mudança ou um padrão de deficiência, como a incapacidade de fazer bem determinada tarefa; concentre-se nos detalhes, seja específico, sem rodeios, diga exatamente qual é o problema, o que está errado ou como o faz sentir e, o principal, o que ela deve mudar.

Ofereça uma solução: a crítica, como todo feedback decente, deve indicar um jeito de resolver o problema, caso contrário, deixa quem recebe frustrado, desmoralizado ou desmotivado. Se você não tem a solução, está criticando por quê?

Esteja presente: as críticas, como os elogios, são mais eficientes cara a cara e em particular. Criticar à distância é fácil, porém deselegante além de criar mais inimizade e rancor entre as facções; se você tem algo a dizer, o que o impede de dizê-lo pessoalmente?

Seja sensível: este é um apelo por empatia, para estar sintonizado com o impacto do que você diz e como o diz sobre a pessoa do outro lado; líderes com pouca empatia são mais inclinados a dar feedback destrutivo e, em vez de abrir caminho para a correção, criam um revide emocional de ressentimento, autodefesa e distanciamento.

O desafio de Aristóteles, proeminente filósofo da Grécia Antiga, encerra a nossa lição de hoje: “qualquer um pode zangar-se – isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa – não é fácil.

Pense nisso e seja feliz!

Comentários do autor do Blog – Assunto: Feedback

- Por que será que é tão difícil receber um feedback do seu líder, gerente ou seu superior direto ?

- Por que até os feedbacks negativos são “omitidos”. E o profissional é demitido sem um alerta prévio?

- Por que o feedback positivo só é informado no momento em que o profissional pede demissão ?

- O feedback, tanto negativo como positivo são muito importantes. Nada de morder e assoprar. Geralmente o assoprar é mentira. É uma forma utilizada para não “desmotivar” o colaborador, funcionário e etc. Porque os líderes não sabem dar feedback negativo.


Comentários do autor do Blog – Assunto: Motivação

São pequenas ações ou fatores climáticos no ambiente corporativo que me motivam. São eles:

  1. Ter um Líder Servidor (assim definido pelo James C. Hunter);
  2. Reconhecimento de erros. Meus, dos colegas de trabalho e principalmente dos superiores;
  3. Ambiente de trabalho não hostil (telefones tocando, pessoas gritando e etc);
  4. Nada de falsidades. Jogo aberto. Somos todos adultos;
  5. Plano de carreira eficaz e eficiente.;
  6. Salário e Benefícios;
  7. Localização do trabalho e facilidade de se chegar até ele;
  8. Ter um Líder que defende não só os interesses da empresa como de seus colaboradores;
  9. Falta de Foco. Não gosto desta palavra. Ela representa muita coisa com apenas 4 letras. Falarei no próximo post sobre Foco;
  10. Política e Cultura da Empresa

Falar inglês tem hora

Estava navegando no site da Você S/A e me deparei com este artigo intitulado “Falar inglês tem hora“, escrito por Fabiana Corrêa em 11/01/2009.

O uso de expressões nessa língua é cada vez mais comum nas empresas, principalmente nas multinacionais. Mas tome cuidado para ser entendido por quem não conhece o idioma

Você sabe falar inglês? Ótimo, o idioma é vital para quem quer se sair bem na carreira hoje, mas isso não quer dizer que é necessário sair por aí mostrando para todo mundo quantas palavras do idioma você conhece. É cada vez mais comum, principalmente em empresas com sede em países de língua inglesa, ver profissionais colocando termos e mais termos em inglês no meio de frases que, antes, eram ditas apenas em português.

Tem gente que acha bonito, e gosto não se discute. Além de parecer pedante, muitas vezes, pode confundir o interlocutor se ele não entender da língua tanto quanto você. “Demonstrações gratuitas de erudição têm seu lugar e é bom tomar muito cuidado com o uso dessas expressões”, diz Augusto Caneiro, headhunter da Zaitech, do Rio de Janeiro.

Em português, please
Fique atento ao pegar uma print de um report que você deve enviar antes de fazer aquele call para o headquarter da empresa em que você trabalha. Ou para enviar uma invitation. São palavras simples e mesmo quem não estudou inglês costuma saber o significado, mas não é difícil usar as mesmas palavras em português. Buscar um relatório que você imprimiu para enviar à sede da companhia é até mais fácil. Mandar um convite também. E você garante que todo mundo entende.

Rebimboca do back log
O duro mesmo é quando a gente ouve que alguém está com problema de back log. Pode significar qualquer coisa, desde tarefas atrasadas até um serviço aquém do esperado, mais ou menos como era rebimboca da parafuseta há alguns anos. “Tem gente que ouve a palavra uma vez e acaba repetindo, mesmo sem saber o significado correto”, diz Renata Mello, de São Paulo, que dá consultoria sobre comportamento em empresas. Por isso, assegure-se do uso correto das expressões antes de sair falando por aí.

Depende da empresa
Empresas em que a sede está em um país de língua inglesa geralmente aceitam melhor, e até incentivam, o uso dessas expressões. Mandar um invite na Microsoft é mais comum do que fazer o mesmo em uma companhia brasileira. Por isso fique atento ao falar com gente que vem de outros lugares. “Algumas empresas preferem que não sejam usadas essas expressões, para que todo mundo se entenda”, diz Renata. “Tem gente que chega a abreviar o inglês, como o follow up que virou fup.”

Parece, mas não é
Up to date mesmo em termos de anglicismos é transformar palavras diretamente do inglês. Hoje existe o performar (que significa ter bom desempenho), o bypassar (de by pass, ou seja, passar por cima da autoridade de alguém) e, mais recentemente, o suceder, que vem de suceed (ter sucesso, em inglês). O problema de suceder é que há outro significado em português e você pode dar um nó na cabeça do seu interlocutor ao usar. Se for o objetivo, go ahead.

Referência: vocesa.abril.com.br.

O desafio de voltar a programar com ASP clássico.

Olá pessoal.

Depois de algum tempo sem postar, volto com um assunto meio delicado.

Você, programador .NET seja C# ou VB.NET, voltaria a programar em ASP clássico?

Por um desafio profissional e por fatores ambientais (não relacionados ao São Pedro),  decidi encarar essa Bruxa feia.

Tenho sentido falta do “;” , do Debug e principalmente das “peculiaridades” do OO… Ohhhhhh saudades! kkkkkkk

Não acredito que seja downgrade na carreira. Programador que é programador tem que aceitar qualquer desafio!

Abraços!

Rioshow – Versão para dispositivos móveis

Depois de um tempo sem postar, estou voltando com uma novidade bem legal.
Estou há um pouco mais de 1 mês na equipe do Rioshow e já me sinto em casa. A equipe foi bem receptiva.
Nunca tinha trabalhado com a metodologia SCRUM. Quando vi estes “quadros de atividades”, a princípio, não entendi nada.
<<< foto >>>>
Scrum Board – Projeto RioShow fase 2.
A equipe trabalha com XP. Atualmente, estamos estudando a “programação em par” para ver se tem mais benefícios do que malefícios.
<<< foto >>>
Leandro, Allan, Raquel, Bruna e Bruno – Equipe RioShow.
Leandro é o “cara” da equipe. Mais um pouco na barriga da mãe e seria um nerd, gordo e feio. kkkkkkk Ele é desenvolvedor e QA da turma.
Allan, vascaíno e gente boa, também é desenvolvedor.
Raquel é a parte feminina da equipe. Também é desenvolvedora.
Bruna é a Scrum Master da equipe.
Daniel também faz parte da equipe. Mas, estava de férias no lançamento do mobi e não participou da foto.
Tivemos por pouco tempo a companhia do Victor. Mas, o perdemos para outro projeto interno aqui no InfoGlobo.
O grupo é bem unido. Gostei muito de trabalhar com este grupo.
Temos muito trabalho pela frente. Refatorar código e implementar novas funcionalidades.
Visitem o site do RioShow para dispositivos móveis. O endereço é mobi.rioshow.com.br.
Abraços.
Bruno Amaral

Depois de um tempo sem postar, estou voltando com uma novidade bem legal.

Estou há um pouco mais de 1 mês na equipe do Rioshow e já me sinto em casa. A equipe foi bem receptiva.

Nunca tinha trabalhado com a metodologia SCRUM. Quando vi estes “quadros de atividades”, a princípio, não entendi nada.

Scrum Board - Projeto RioShow fase 2.

Scrum Board - Projeto RioShow fase 2.

A equipe trabalha com XP. Atualmente, estamos estudando a “programação em par” para ver se tem mais benefícios do que malefícios.

Leandro, Allan, Raquel, Bruna e Bruno - Na tia (restaurante na Rua Santana)

Leandro, Allan, Raquel, Bruna e Bruno - Na tia (restaurante na Rua Santana)

Leandro é o “cara” da equipe. Mais um pouco na barriga da mãe e seria um nerd, gordo e feio. kkkkkkk Ele é desenvolvedor .net e QA da turma.

Allan, vascaíno e gente boa, também é desenvolvedor .net.

Raquel e Bruna, da ala feminina da equipe, são respectivamente, desenvolvedora .net e Scrum Master.

Daniel também faz parte da equipe. É desenvolvedor .net. Mas, estava de férias no lançamento do mobi e não participou da foto na Tia.

Tivemos por pouco tempo a companhia do Victor. Mas, o perdemos para outro projeto interno aqui no InfoGlobo.

O grupo é bem unido. Estou gostando muito de trabalhar com esta equipe.

Temos muito trabalho pela frente. Refatorar código e implementar novas funcionalidades.

Visitem o site do RioShow para dispositivos móveis. O endereço é mobi.rioshow.com.br.

Abraços.
Bruno Amaral